O Fim Do blog…

Publicado: abril 1, 2012 em #Tenso, Fim Do Blog, Uncategorized
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Como

Nova técnica consiste na utilização de redes de eletrodos aplicadas diretamente ao cérebro dos pacientes.

As pesquisas em busca de um mecanismo capaz de “ler mentes” continuam sendo realizadas em todo o mundo. Agora, finalmente foram conseguidos resultados mais efetivos, graças aos novos esforços dos cientistas da Universidade de Berkeley (Estados Unidos), que conseguiram desenvolver um projeto capaz de traduzir os impulsos cerebrais em palavras de verdade.

Em experimentos práticos — que utilizaram pessoas que iriam passar por cirurgias —, 15 pacientes tiveram a parte superior do crânio removida. Então, redes de eletrodos foram colocadas sobre os cérebros deles. Os impulsos reconhecidos pelos eletrodos eram transformados em palavras por um mecanismo próprio, desenvolvido especialmente para o sistema.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/18776-cientistas-afirmam-ler-mentes-humanas-e-desta-vez-e-verdade.htm#ixzz1lB4cUl3u

Ele aceita mais de setenta comandos programáveis e tem até ajuste de peso.

 (Fonte da imagem: Mad Catz – Cyborg / Divulgação

A Mad Catz já abriu pré-venda do produto que deve chegar às lojas pela bagatela de 130 dólares (ou 230 reais). O mouse desenhado especialmente para jogadores profissionais conta com até 78 comandos programáveis o mouse promete não deixar nenhum jogador na mão durante as batalhas. São ao todo 15 botões, sendo que 13 deles são programáveis.

O mouse oferece a tecnologia chamada “Twin-eye”, que consegue calcular cada um dos eixos separadamente, oferecendo bastante precisão no movimento do acessório. Caso você se sinta desconfortável com o peso do produto, ele traz um sistema independente que pode ser alterado conforme o seu gosto.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mouse/18773-cyborg-m-m-o-7-o-mouse-mais-poderoso-do-mundo-pode-ser-seu.htm#ixzz1lB2eTTVb

iPiratesGroup e AntiSecBrTeam falam sobre as ações realizadas em território nacional e prometem não se limitar ao mundo virtual.

“Mais do que um grupo, somos uma ideia”. Nas últimas semanas, você deve ter lido diversas notícias relacionadas aos ataques conduzidos pelo grupo Anonymous, em represália ao fechamento do Megaupload pelo FBI. Entretanto, embora a briga seja internacional, grupos brasileiros, que também participam das ações, estão preocupados em agir diretamente em problemas nacionais.

Por email, entrevistamos representantes dos movimentos @iPiratesGroup e @AntiSecBrTeam, responsáveis pela manutenção da conta @AnonBRNews, no Twitter, que tem como propósito divulgar ações e informações sobre os ataques nacionais e internacionais realizados. Nesta semana, eles conduziram uma série de ataques contra instituições bancárias do país.

Segundo eles, ações no mundo virtual são apenas o começo, e o grupo planeja ganhar as ruas para fazer com que a ideia chegue a mais pessoas. “Não estamos aqui para agradar a ninguém, não estamos ligando se gostam ou não de nossas ações; o importante é que a mensagem está sendo passada”. Confira na íntegra a entrevista.

entrevista aqui: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/18763-exclusivo-entrevistamos-integrantes-do-anonymous-no-brasil.htm#ixzz1lB0gZ833

Anunciar a morte de personalidades antes do tempo é fichinha: a Wikipédia também divulgou inverdades sobre Tony Blair, Fidel Castro e até Platão.

Wikipedia: colaboração demais, às vezes atrapalha (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Desde que foi lançada, em 2001, a Wikipédia levantou diversas discussões quanto à confiabilidade do conteúdo disponível online. Algumas escolas e universidades chegaram a proibir o uso de artigos do site como fonte bibliográfica para trabalhos e monografias. Por outro lado, o lançamento de uma plataforma informativa e colaborativa também trouxe dúvidas em relação às mídias mais tradicionais, como livros e enciclopédias impressas.

A colaboração é o que poderíamos chamar, popularmente, de “faca de dois gumes”: se por um lado ela permite que qualquer vândalo altere um texto com piadinhas e mensagens de ódio, por outro ela garante que centenas de pessoas interessadas possam atualizar, velozmente, as informações, tanto para corrigir um erro quanto para adicionar descobertas recentes acerca de um assunto.

De qualquer forma, muitas bobagens já foram inseridas nas páginas da Wikipédia e isso levou os editores até mesmo a bloquear a edição de alguns artigos em específico, principalmente aqueles que levantam polêmicas. Confira, então, algumas das pérolas levantadas pelo site Complexe que já fizeram parte da enciclopédia online.

Platão, o surfista mais filósofo do pico

Cópia da escultura do rosto de Platão feita em 370 A.C. (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Pelo visto, Platão não é muito bem quisto pelos leitores da Wikipédia. Em 2007, o artigo sobre o discípulo de Sócrates foi adulterado para uma versão muito bem-humorada: Platão deixou de ser filósofo e passou a ser era um homem do tempo e surfista havaiano, editor da revista feminina Cosmogirl e fundador da instituição de educação Punahou, localizada em Honolulu, no Estado do Havaí. Além disso, o autor de “O Banquete” e “A República” teria sido aluno de ninguém menos do que Barney, o dinossauro roxo apresentador de programas infantis.

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Hackers alemães planejam criar uma internet no espaço para fugir de ameaças como o SOPA, o PIPA e o ACTA.

Se a internet já não é mais a mesma, que tal criar uma nova? Essa é a justamente a proposta de um grupo de hackers alemães que, preocupados com os possíveis desdobramentos que projetos de lei como o SOPA, o PIPA e o ACTA podem trazer para os internautas, tiveram a ideia de criar um servidor onde a legislação de nenhum país é capaz de incomodar: no espaço.

A chamada “space web” seria possível graças ao lançamento de um satélite particular, que ficaria responsável por estabelecer as comunicações da mesma maneira que um ponto fixo aqui na Terra seria capaz de fazê-lo. A proposta surgiu durante o Chaos Communications Congress, realizado na cidade de Berlim, na Alemanha.

Afinal, essa é uma ideia viável?

Sim, em tese é possível mesmo para um grupo amador enviar um satélite para o espaço. O maior problema em uma situação como essa é o tempo que essa tarefa pode levar para ser concluída. Embora o grupo Shack Stuttgart Hackerspace afirme contar com profissionais, estudiosos e cientistas capacitados para a tarefa, a corrida contra o tempo e a falta de investimentos podem ser os maiores empecilhos do projeto.

A ideia pode soar utópica, mas os planos para a criação da Rede Hackerspace Global são bastante claros e organizados. O envio de um satélite permitiria que as informações fossem centralizadas em um lugar onde o controle das leis terrestres não existe e, por isso mesmo, não pode ser regulamentado.

Contudo, qualquer coisa que seja lançada acima da estratosfera requer muito trabalho e pesquisa. Além da obtenção do material para que isso seja possível, é preciso criar ainda estações de base móvel para que os sinais recebidos a partir do dispositivo em órbita possam ser distribuídos, algo complicado devido à imprevisibilidade de movimentos.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/internet/18430-space-web-a-internet-sem-lei-do-futuro.htm#ixzz1knJ1hOP4

AnoN-1mOS

1.0 FINAL

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Presentes na mídia do mundo inteiro nos últimos meses, a equipe de hackers conhecida como Anonymous resolveu investir na área de sistemas operacionais e desenvolveu sua própria distribuição Linux, batizada de AnoN-1mOS. O SO ainda não está completo, mas traz diversos aplicativos já conhecidos, além de uma suíte de segurança.

Primeiro acesso e instalação

O AnoN-1mOS funciona da mesma forma que o sistema operacional que o originou, inclusive o processo de instalação. Ao executar o LiveCD pela primeira vez é preciso utilizar o nome de usuário “anon1mous” e a senha “anon” para acessar o assistente e instalar o sistema.

Uma vez iniciado o processo de instalação, é só seguir os passos exibidos na tela e aguardar alguns instantes para que todos os arquivos sejam copiados para o disco e você possa fazer as modificações necessárias. O AnoN-1mOS traz sua interface toda em espanhol por padrão, mas é possível instalar os pacotes de idioma e deixar tudo em português.

O sistema operacional

Interface personalizada

O Anonymous criou uma interface toda estilizada para deixar sua marca na distribuição. Além da imagem exibida na tela de logon, os papéis de parede trazem fotos de um título do cinema bem famoso: V de Vingança.

As cores predominantes no visual do AnoN-1mOS são vermelha e preta,  presentes em várias tonalidades. Para ambiente gráfico, o LXDE foi o escolhido, acompanhado do gerenciador de janelas Metacity.

Aplicativos oferecidos

A lista de aplicativos presentes no AnoN-1mOS é grande, e tende a crescer ainda mais conforme o sistema for evoluindo. Comix, Emesene, Liquid War, VLC, Gimp, Brasero e Gwibber são apenas alguns exemplos das aplicações presentes na distribuição.

O sistema possui também uma suíte de aplicativo dedicada exclusivamente à segurança do computador, a qual inclui ferramentas como o Tor, que esconde seu endereço IP e criptografa as informações enviadas e recebidas por meio da internet. Dessa forma você pode acessar qualquer site sem correr o risco de ter seus dados capturados por outros usuários.

Também fazem parte da lista de aplicações o TrueCrypt, macchanger e o Vidalia. O acesso aos programas em execução é feito por meio da bela Cairo-Dock, uma barra de tarefas muito conhecida entre as pessoas que fazem uso do Linux há algum tempo. Para navegar na internet, o Firefox continua sendo o padrão, mas há também o Chromium.

Rede e drivers

O AnoN-1mOS possui ainda uma funcionalidade muito útil para quem tem problemas com drivers. Caso haja alguma partição Windows no disco, a ferramenta busca pelos softwares proprietários e os instala em modo de compatibilidade, utilizando o Wine. Isso também pode ser feito com um CD/DVD de instalação do SO da Microsoft ou simplesmente baixando o executável na máquina.

Para tornar o acesso à rede mais simples e didático, o AnoN-1mOS oferece um Network-manager modificado. Além disso, você encontra também o Wicd, um aplicativo para gerenciar conexões com ou sem fio.

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